O debate sobre o fim da escala 6x1 vai além de custo para empresas e entra numa transformação mais profunda do mercado de trabalho.
Em conversa com Veruska Donato no programa Mercado, o especialista em cultura organizacional Diego Rondon defende que a mudança já aconteceu na prática, impulsionada por novas dinâmicas de produtividade, pelo impacto da pandemia e pelo avanço da geração Z.
Ele argumenta que tempo de trabalho não é sinônimo de produtividade e que empresas que entenderem isso podem, inclusive, ganhar eficiência. Rondon também destaca que o ativo "tempo” passou a ter mais valor para o trabalhador, especialmente diante de longos deslocamentos e da busca por equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
O debate ainda aborda os limites de propostas intermediárias, como reduzir jornada sem acabar com a escala, e os desafios reais de adaptação para empresas e setores como o varejo.
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